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MovimentiProg (Itália/Italy) |
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O começo de um "one-man-band" brasileiro
Válida alternativa aos solistas europeus do new prog como Jean-Pascal Boffo, Guy Manning e Marc Ceccotti, o brasileiro Alex Saba é um guitarrista sensível, debutando em 1996 com "Angel's dream", o recuperamos depois de muitos anos. Na companhia de Beto Frega (que se ocupa do teclado em algumas faixas), mas fundamentalmente um solitário homem de estúdio (um Mike Olldfield sul americano, podemos dizer), Saba dedica este LP a seu filho e se assume a responsabilidade de todos os instrumentos, guitarra em destaque. Apaixonado de prog e jazz-rock, no seu sound ele mistura todos os seus pontos de referência, criando um new prog vizinho ao estilo do Steve Hackett anos 80, mas também de Santana e Al Di Meola ("Harlequin" é no mais típico estilo de "Elegant Gipsy"). Alex fala de "progressive music" não como simples mix dos gêneros, mas como expressão do próprio coração. E a sua paixão se sente: o disco está composto de numerosos trechos, pelo mais breve, inspirado em diversos temas mas combinado com o solo do autor, discreto, essencial, eficaz também na sua longa duração. A deficiência está na típica qualidade dos sons daquele período, programação rítmica em primeiro, que impediu a evolução das peças musicais. É um disco de canções, uma classe de palheta sonora de muitas cores: do agitado rock-jazz de "Dick Tracy" e "702" ao blues de "Vincent-O Abutr" e "Paranóia's blues", do suave rock de "Parkiño" à romântica "Estudo n.1", com traços da bossa nova de "Martini seco" ao acquarello de "Minueto". Lembramos que o disco esteve registrado em gravação direta, em particular a parte da guitarra, que resulta, por este motivo, no elemento mais incisivo do LP inteiro, como no caso do brani deboli como "Amanhecer" e "Xuxu". A tentativa de mini-suite ("The cicada and the ant" e "Angels can't sleep"), por viciado nos sons sintéticos e da mistura world/rock, posso dizer que retornou. ( Menos retornado ?)o pomposo sinfonismo do "The untold story of Arthur the King". Saba volta alguns anos depois com "Missa Universalis", um disco mais inspirado e intenso. Este seu estilo não faz sucesso nos anos 90, mas é uma interessante alternativa aos senhores do new prog europeus. Donato Zoppo |
L'esordio della one man-band brasiliana
Valida alternativa ai solisti europei del new prog come
Jean-Pascal Boffo, Guy Manning e Marc Ceccotti, il brasiliano Alex
Saba è un chitarrista sensibile, debuttante nel 1996 con
"Angel's dream", che recuperiamo dopo molti anni. In
compagnia di Beto Frega (che si occupa delle tastiere in qualche
brano) ma fondamentalmente solitario uomo di studio (un Mike
Olldfield sudamericano, potremmo dire), Saba dedica questo lp a suo
figlio e si accolla la responsabilità di tutti gli strumenti,
chitarre in primis. Donato Zoppo |
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MovimentiProg (Itália/Italy) |
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Segundo CD do músico brasileiro, a Missa em versão new age
Depois de um primeiro álbum apenas suficiente, o compositor e musicista brasileiro Alex Saba retorna com um projeto muito ambicioso, dedicado ao pai há pouco tempo falecido. Da progressive-fusion dos esordios a Missa, uma versão rock contemporânea da Missa católica que não por acaso vem intitulada “Missa Universalis”, a observar não somente o ecumenismo daquela religião (que definitivamente perdeu o contato com a origem esotérica do Cristianismo) mas também a portata universal da “popular music”.
O processo de Saba não foi simples porque ele estudou tanto a codificação da Missa de um ponto de vista ritual como as obras, seja jazz ou pop, que o precederam, de Duke Ellington e Dave Brubeck aos nossos Latte & Miele e os austríacos Eela Craig, tanto para ficar no campo progressivo. Se bem executada um solo performer, na intenção de Saba os trechos são destinados a uma orquestra inteira.
Em 15 movimentos Saba desenvolve assim a sua visão do rito católico romano, amalgamando o amado rock sinfônico com a fusão e a world music, criando uma solene, mas não excessivamente barroca, mescla musical, na qual os instrumentos étnicos (como exemplo: a kalimba e as flautas de bambu) não dão somente cor, mas também substância. É o caso do “The Gospel”, breve mas eficaz.
Estilisticamente os passados referem-se aos vários Oldfield, Hackett e Metheny são menos marcados e mais amalgamados (penso nas “Penitential Act” e “Communion”, com uma sobreposição dos diversos temas). Saba se estende também ao new age e a eletrônica, alternando passagem rica de tons a momentos graves e dominados dos synths (“Gloria in excelsis deo”, “Creed”). Francamente, para o desenvolvimento de algumas células melódicas parece aproximar-se do nosso Ciro Perrino.
Certamente pesa muito a solidão do executor, especialmente naquelas passagens (o Kyrie, o Ato Penitencial, o hino de fechamento) no qual uma orquestra inteira poderia dar uma expressividade e um vigor absolutamente decisivos. Felicitamos ao tenaz Saba para organizar uma versão orquestrada desta ópera assim abrangente mas incompleta. Crítica de Donato Zoppo |
Secondo lp del musicista brasiliano, la Messa in versione new age
Dopo un primo album appena sufficiente, il compositore e
musicista brasiliano Alex Saba torna con un progetto molto
ambizioso. Dalla progressive-fusion degli esordi alla Messa, una
versione rock contemporanea della Messa cattolica che non a caso
viene intitolata "Missa Universalis", a sottolineare non
solo l'ecumenismo di questa religione (che ha ormai definitivamente
perso i contatti le origini esoteriche del Cristianesimo) ma anche
la portata universale della "popular music". Recensito da Donato Zoppo |
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The New Gibraltar Encyclopedia (EUA/USA) |
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Saba, Alex [Brasil] - Updated 9/28/00
Fred Trafton |
Saba, Alex [Brazil] - Updated 9/28/00
Saba's first album is Angel's Dream, and it's a (nearly) solo effort. Saba plays guitar and keyboards, plus a guitar controller for his synthesizers. The compositions use electronic drums. This is obviously recorded in a bedroom studio. It's a mishmash of different styles, with prog or fusion elements in most of the songs. The compositions aren't bad, but the cheezy "toy keyboard" sounds and synthesized drums make this album hard to listen to. There are also many errors in timing and synchronization while doing the overdubs. But mostly, it sounds too much like "one person in a studio". I keep thinking, "Man, this guy needs a band bad!" The cuts on the sampler are "Dick Tracy", "Amanhecer", "Suite - The Cicada and he Ant", "Angels Can't Sleep (but they can fly)", and "The Untold Story of Arthur the King" (since this is an instrumental album, I suppose the story will remain untold).Saba's second album, Missa Universalis, is a far superior release, though it's arguably less "Progressive" and more into the "World Music" genre. This is a suite intended to be performed at a Catholic Mass. The instruments are very varied in this work, and the performance is much tighter than in Angel's Dream. Saba has all but abandoned the guitar for this album (except for one acoustic guitar track). "Consagração" is almost oriental sounding with its wood flutes and gongs, but also uses tablas and tympani for percussion and tubular bells for harmonies. Saba melds these cross-cultural sounds together perfectly into a very nice piece. "Comunhão" somehow manages to fuse a Pierre Moerlin-style marimba and a Philip Glass counterpoint arpeggio into another excellent composition. The other piece of this album on the sampler is "Encerramento", not quite as memorable as the other two cuts, but also a good piece. Based on these samples, I would definitely recommend this album, though not if you're only looking for '70's symphonic prog. It's definitly not that. But as much as I liked Missa Universalis, my favorite selections are from Saba's third album, Sob Todos os Aspectos. This is music for a theater piece written by Brazilian playwright Luiz Horácio. This play contains a treatment of 6 emotions, of which Saba includes "Anguish", "Anger", "Despair" and "Paralysis" on the sampler CD. "Anguish" is a solo electric guitar piece, very improvised and non-melodic. It's heavy distortion and crying pitch-bends very well portray the emotion. "Anger" is a flamenco piece, complete with castañets and acoustic guitar, but with an electric guitar solo being played over the top of it. I personally find this one to be a strange choice ... Flamenco has always been about joy and eroticism to me, not anger. As with all of Saba's guitar solos, it sometimes tends to ramble on a bit. Still, this is a really interesting piece of music, reminding me of the band Carmen. "Despair" is texturally similar to "Anguish", but the guitar is being played backwards. Also a cool piece. The final cut is "Paralysis" which is a pipe organ piece. It's an ominous chord over a droning bass pedal with very little movement in the notes. It is joined by a spacey synth drone towards the end of the piece. This definitely sounds like paralysis. So, a mixed review, but mostly positive. For prog fans, I recommend you start with Sob Todos os Aspectos and then move on to Missa Universalis if you like it. The music is all instrumental, so if you're concerned about it being too preachy, don't be. Fred Trafton |
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HARMONIE MAGAZINE - Rock Progressif Nº 39 - mai 2000 (France) |
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BREVE DISPONÍVEL |
Ce soliste brésilien vient étoffer, s'il le fait encore, la grande famile sud-américane
du rock progressif. Avec ces deux albums sortis à quatre ans d'intervalle, 96 pour "Angel's Dream"
et cette année pour "Missa Universalis", SABA entre de plain-pied dans la catégorie des
petits maitres qui se font et nous font plaisir. Pour autant, il ne faut pas crier au chef-d'oeuvre, SABA, a just plus de moyens qu'un Mac Cabe, par example, et essaie d'affoler sa musique d'une vigueur toute latine. L'inspiration n'est pas reluisante de génie mais c'est rattrapé par l'intensité des sentiments. Ce qui était juste passable en 1996 devient crédible en 2000, sans atteindre les sommets des Sagrado, Dogma, Tempus Fugit, bien évidemment! L'impressionnante batterie de synthés énoncée pour "Missa Universalis" n'est past a la hauter d'une ambition castrée par une production déficiente. Un léger manque d'audace condamme aussi Saba à rester en D3, sa musique, apr nature synphonique, souffre d'un son anémique et d'un manque de panache. Un symphonisme restreint, limite soporifique, à peine aiguillonné de precussions sud-américaines inévitables. SABA tente un condensé de néo-classique planant et de racines brésilienes à moitié réussi ou à moité raté, un peu comme l'historie de la bouteille de whisky qui aaccompagne mon écriture forcenée, à moitié pleine ou à moitié vide, selon l'angle abordé!! Vraiment pas indispensable, l'amateurisme souffrant de la comparaison ce mois -ci en particulier, avec les Transatlantic, Platypus et autre Think Floyd qui enterrent ce genre de productions sans sourciller...
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ATROPOS Art Rock Magazine - Nº 9 (Espanha/Spain) |
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Alex Saba é um músico do Rio de Janeiro que gravou em seu estúdio particular um excelente CD que não é apenas dedicado ao Rock Progressivo, mas que contém alguns elementos característicos do seu país, do jazz e inclusive da música espanhola. Alex gravou todos os teclados em um sequenciador e através de MIDI fez a configuração desejada. Posteriormente, gravou direto todas as guitarras, sem dobras, dando lugar a um eclético trabalho com arranjos bem diversos. Como falei antes, há temas com grande influência espanhola, como "Harlekin" (4:17), na realidade, uma adaptação de "Malaguenã de Lecuona", com evidentes influências de Piazzola e Santana; temas com sabor brasileiro como "Curitiba" (3:26); também temas mais sinfônicos, como "Suite - The Cicada and The Ant" (7:08) ou "Angel's Can't Sleep" (6:58) em três partes; incluindo uma trilogia temática: "Amanhecer" (3:51), "Xuxu - The Clown" (5:59) e "Mr.Davis" (1:43)...Em definitivo, um excelente disco, tocado com muita técnica (mesmo que Alex se considere um compositor, antes de que músico, mas alguém tem que fazer o trabalho), que nos mostra em este primeiro album, um trabalho quente, que dá lugar a um disco primoroso, umas vezes intimista, outras mais clássico e com um incrível sabor totalmente latino. Recomendado para aqueles amantes de Piazzola, Anthony Phillips, Hackett, Jaco Pastorius, Miles Davis, Tom Jobim e o jazz rock em geral. Jose Luiz Martinez |
Soon avaiable |
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METAMUSICA - Rock Progressivo - Nº 6 (Brasil) |
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Alex Saba é um músico carioca que toca guitarras (elétrica e synth), violão e sintetizadores (inclusive módulos comandados por computador). Seu CD instrumental "Angel's Dream" (All The Best, ATB004, 69:27) traz 17 músicas com padrão de qualidade internacional, onde sua extensa formação lhe permite trafegar com segurança por agradáveis composições que têm diversas fontes de inspiração e (consequentemente) igual número de influências. De acordo com os arranjos e linha melódica adotada, podemos ter momentos mais Progressivos ou tendendo para sons mais carregados de elementos Fusion (segundo as descrições clássicas para cada um destes gêneros). Não é em vão que ele denomina seu estilo de MPB - Música Progressiva Brasileira. Dando uma rápida olhada nos agradecimentos, podemos nomear algumas referências que ouvimos no decorrer do álbum: Carlos Santana, Al DiMeola, Chick Corea, Keith Emerson, Jean-Luc Ponty, Jan Akkerman, Frank Zappa, PFM, etc. Nada mal, certo? Sem overdubs, as partes de guitarra são uma amostra live da altíssima capacidade de Alex Saba. (...) |
Soon avaiable |
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ROCK SYMPHONY Newsletter - Nº 2 (Brasil) |
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Apesar do título, trata-se do primeiro disco-solo instrumental do guitarrista brasileiro Alex Saba. Ele gravou o CD praticamente sozinho, apenas com a colaboração do músico Beto Frega em duas faixas. As guitarras são o grande destaque e foram gravadas sem qualquer tipo de edição, acompanhadas pelo som de vários sintetizadores adicionados posteriormente. As influências são as mais variadas, como se pode ver nos agradecimentos onde há músicos das mais diversas tendências (entre os guitarristas, destaque para Jan Akkerman). O disco em si é bastante equilibrado e as melhores faixas são aquelas em que as guitarras-solo mais brilham, como em "Amanhecer", "Suite - The Cicada and The Ant", "The Untold Story Of Arthur The King" e a antológica "Angel's Can't Sleep", talvez a melhor do disco. Uma boa surprêsa, emfim, que mostra que o Brasil ainda pode contar com bons músicos. Carlos Otávio Britto |
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